quarta-feira, 31 de julho de 2013

Conheça as novidades que o SkyDrive tem para os utilizadores

O serviço de alojamento de ficheiros da Microsoft tem estado a ganhar novo fôlego com a integração deste no novo Windows. Ao tornarem-no uma parte importante deste conseguem que os utilizadores passem, de forma indirecta e sem darem por isso, a usarem-no ainda mais e a terem por isso novos utilizadores.
Mas para satisfazer todos os utilizadores, os novos e os mais dedicados, a Microsoft tem tratado de melhorar o SkyDrive, dotando-o de funcionalidades que estavam em falta.
Foi isso que mais uma vez fizeram, ao dar ao SkyDrive um conjunto de novas funcionalidades.
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Algumas das funcionalidades eram já esperadas à muito e até deveriam ter feito parte do próprio SkyDrive desde o seu início. Mas a Microsoft disponibilizou-as agora para todos, para que façam ainda melhor uso dele.
São pequenos pormenores que vão enriquecer a experiência de utilização deste serviço e que deixam satisfeitos os seus utilizadores.

Imagens

Com vista a conseguirem dar a melhor experiência de utilização de quem guarda no SkyDrive as suas imagens, a Microsoft passou a permitir que sejam guardadas imagens com maior DPI.
Desta forma, e sempre que os dispositivos que estão a aceder suporte, estas imagens passam a ser mostradas. Para além da qualidade das imagens melhorar, os novos dispositivos que capturam imagens de muito maior qualidade, passam a fazer uso pleno do SkyDrive.
Outra melhoria aplicada nas imagens é a capacidade que o SkyDrive tem agora de guardar e mostrar imagens GIF. Este formato de imagem, que deveria ser suportado desde o início, pode agora ser visto também no SkyDrive.

Gestão de Ficheiros

A gestão de ficheiros é uma parte importante do SkyDrive. É através dela que podemos manipular os elementos que temos no SkyDrive e lhe podemos até aplicar algumas alterações.
Uma dessas novas alterações que agora podemos aplicar é a rotação de imagens, directamente na interface do SkyDrive. Podem fazer essa rotação de forma livre, numa simples opção do menu de imagens.
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Foram ainda melhorados os filtros de pesquisa e apresentação de imagens, o que permite que vejam imagens de várias pastas numa única janela, evitando assim que tenham de ver as imagens uma a uma.

Melhorada a partilha de Ficheiros

Até agora o SkyDrive permitia apenas a partilha de pastas ou de ficheiros individuais, dentro dessas mesmas pastas. A Microsoft mudou isso agora e passam a poder fazer a partilha de ficheiros de forma dispersa. Desta forma evitam ter de fazer várias partilhas, com ficheiros individuais.
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A nova partilha permite ainda que vejam, de forma unificada e de mais simples acesso, todas as partilhas que fizeram ou que vos foram endereçadas. Fica mais simples o controlo do que têm disponível ao mundo e o que vos deram para ver.

Uma Pérola para os programadores

Porque o SkyDrive não é apenas um simples repositório de ficheiros, a sua equipa resolveu dotá-lo da capacidade de editar ficheiros de texto. Já o era possível fazer com o recurso à versão Web do Word, mas agora está disponível uma versão muito mais simplificada de um editor de texto.
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Com ele pode editar uma grande variedade de ficheiros, quer sejam simples TXT’s ou ficheiros HTML ou CSS. Este deve ser usado sempre que não necessitem de um editor completo e complexo com o Word.
Estas novidades do SkyDrive vêm torná-lo ainda melhor de usar, dando assim continuidade ao que a Microsoft iniciou com os seus desenvolvimentos. Não apenas na integração com o Windows 8, mas também na sua utilização fora desse ambiente.
Homepage: SkyDrive

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sexta-feira, 26 de julho de 2013

Veja como corrigir a vulnerabilidade Master Key do Android

Certamente já ouviram falar da vulnerabilidade Android Master Key descoberta pela startup especializada em segurança móvel, Bluebox. Esta vulnerabilidade, devido a uma falha entre a verificação da assinatura e a instalação da aplicação, permite a um meliante inserir código malicioso em aplicações que temos instaladas no equipamento.
A vulnerabilidade é conhecida há alguns meses, mas foi há cerca de duas semanas que a Google disponibilizou um patch a corrigir.
Este patch não será disponibilizado sem uma nova actualização, o que irá deixar a maior parte dos equipamentos Android, principalmente os que já não têm suporte, vulneráveis.
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A maioria dos equipamentos de baixa e média gama que sejam Single e Dual Core, vão ficar de fora da recepção da actualização a corrigir a vulnerabilidade.
Para quem depende de custom roms, a equipa da CyanogenMod já incluiu o patch, portanto já não se tem de preocupar com este assunto. Para quem usa a stock rom, à excepção do Nexus 4 e do Galaxy Nexus que já receberam o Android 4.3 com a correcção, vai ficar agora a conhecer como pode corrigir o problema enquanto não for lançada uma solução oficial por parte dos fabricantes.
Para além da vulnerabilidade Master Key (Bug 8219321), também foi descoberta outra, marcada como Bug 9695860, que funciona de forma semelhante à outra, também foi corrigida no patch que a Google disponibilizou aos OEMs. Tanto uma como a outra são muito graves principalmente para quem usa bastante internet e / ou por quem recorre a aplicações fora da Play Store.
Depois da Google ter disponibilizado o patch, começaram a aparecer algumas aplicações para desenrascar os utilizadores com equipamentos que ainda não receberam uma actualização oficial ou para aqueles que já não têm suporte.
Uma das aplicações mais conhecidas é a ReKey desenvolvida pela conhecida Duo Security em parceria com a NEU, a outra é conhecida como MasterKeyDualFix desenvolvida por um programador português conhecido comoTungstwenty@XDA.
A ReKey, apesar de usar o patch disponibilizado pela Google, só consegue corrigir uma das duas vulnerabilidades, para além desta falha, tem alguns outros problemas, dois desses problemas é que provoca softbricks e mensagens de erros em alguns equipamentos.
A aplicação que vou falar neste artigo é a MasterKeyDualFix, é uma aplicação muito poderosa e mexe em ficheiros internos do Android.
Requisitos obrigatórios e downloads:
Procedimentos:
Se não tiver root, terá de procurar no XDA-Developers ou no MoDaCo uma forma de o fazer, para quem já tiver, pode continuar a ler.
Fazer download do Xposed Framework (XposedInstaller_X.X.X.apk) e instalar. O Xposed Framework permite alterar partes do sistema sem ser necessário flashar ou descompilar o quer que seja, mais informações aqui, daí que necessitamos deste framework ou do API para usar o patch sem ser necessário flashar. Flashar o patch poderia causar alguns problemas.
Depois de instalado, precisam de instalar o framework, para isso basta que cliquem em Install/Update e depois clicar em Soft Reboot (só quando for pedido).
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Uma vez o Xposed Framework a funcionar correctamente, instalam agora o MasterKeyDualFix posteriormente descarregado, podem tanto instalar pelo Play Store ou directamente pelo APK aqui.
Uma vez instalado, para que a aplicação funcione, precisam de a activar no Xposed, então basta clicar em Modules no Xposed e clicar no quadradinho ao lado do Master Key Dual Fix e reiniciem (mesmo reiniciar não soft reboot).
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Como podem constatar é bastante simples, duas aplicações e alguns cliques e ficam com o problema resolvido.
Quando o equipamento acabar de reiniciar, podem abrir a aplicação do patch e verificar no fundo a verde a seguinte mensagem: “The patch is active. You should be protected from these 2 vulnerabilities”. Se aparecer esta mensagem é porque fizeram tudo correctamente e têm o patch a funcionar, se não aparecer, repitam novamente os passos.
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Mas para terem a certeza de que as duas vulnerabilidades ficaram resolvidas, usem uma das seguintes aplicações, SRT AppScanner ou a BlueBox Security Scanner.
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Como disse em cima, nenhum dos fabricantes irá lançar o fix para corrigir, invés disso, lançarão uma nova actualização já com o problema resolvido, os equipamentos que já não receberão mais actualizações, vão ter de optar por este método. No caso do Nexus 4, Galaxy Nexus e Nexus 7, já têm este problema resolvido com a actualização do Android 4.3.
Para quem usa custom roms da CyanogenMod, AOKP ou baseadas, as builds lançadas após a Google ter lançado o patch já têm também o problema solucionado.

Apple lança iOS 6.1.3 beta 2 para developers…

A Apple lançou o iOS 6.1.3 beta 2 para developers. Esta versão, compatível com iPhone, iPad e iPod touch é a primeira beta conhecida como o iOS 6.1.1 beta 1, mas foi renomeada para iOS 6.1.3 devido aos recentes lançamentos públicos de correcção de problemas no iOS. A ideia era corrigir alguns bugs, mas será que vão conseguir?

Esta versão, como já havia sido anteriormente falado, traz diversas melhorias sobretudo para a aplicação Mapas Japão. Agora e dados os últimos acontecimentos, esta versão traz mais algumas novidades, entre elas a correcção do bug no  ecrã de bloqueio, de acordo com a Apple.
Hoje, contudo, apareceu um outro bug relacionado com o ecrã de bloqueio, esta versão poderá também corrigir mais este bug.
Outra nota importante a registar desta versão é que o exploit explorado pelo evasi0n foi corrigido, isto significa ecitando as palavras de David Wang, um dos developers do evasi0n, esta versão vem remover o Jailbreakconseguido na versão 6.1.
 Embora sejam passos importantes, que mostra uma atitude mais próxima dos utilizadores e das suas queixas, a Apple tem de acertar agulhas e lançar uma versão que contemple as melhorias de segurança, os suportes para as mais variadas frequências 3G/LTE e a estabilidade na performance da bateria. Estes são os requisitos para a actual versão iOS 6.
Espera-se que na versão iOS 7, a apresentar certamente com o novo iPhone, apareçam novidades num patamar que surpreenda.

Internet Explorer 11 Developer Preview chegou ao Windows 7

No mesmo dia em que apresentou ao mundo a mais recente versão do Windows, a Microsoft lançou também uma nova versão do seu browser. O IE 11 foi lançado ainda em versão Developer Preview e estava limitado ao Windows 8.1, mas as promessas indicavam que seria alargado a versões anteriores.
A Microsoft cumpriu e lançou agora a versão Developer Preview do IE 11 para o Windows 7. Esta não é ainda uma versão final, mas mostra já o que a Microsoft pretende para o seu browser.
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A versão agora apresentada do IE traz para o Windows 7 toda a fluidez e toda a rapidez que pode ser obtida com este browser no Windows 8.1.
As novidades que foram apresentadas transitam de forma transparente para esta versão, mesmo tratando-se de um sistema operativo diferente.
A versão para Windows 7 do IE11 focou-se nos mesmos problemas que a mesma versão para Windows 8.1.
A Microsoft pretende que o seu browser seja mais rápido a carregar as páginas e por isso aposta na renderização de imagens e texto com recurso ao GPU (WebGL), o que permite aumentar a velocidade e garantir menores consumos de memória bateria.
O IE11 suporta ainda tecnologias de pré-fetching e pré-rendering para que os conteúdos mais importantes sejam servidos primeiro aos utilizadores.
Mas a melhoria da performance e da velocidade incidiram também no motor de JavaScript deste browser. Segundo a Microsoft este browser é, no Windows 7, 4% mais rápido que o IE10 e cerca de 30% mais rápido que o browser mais rápido da concorrência.
Mas as novas tecnologias e os novos standards da Internet foram também alvo deste browser. São várias as capacidades HTML5 que apresenta, principalmente na área de vídeo.
Uma novidade que vão com certeza é a disponibilização de novas ferramentas de desenvolvimento. Toda a área dedicada ao desenvolvimento e análise deste browser foi redesenhada e passou a incluir novas áreas.
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Vejam no vídeo que apresentamos abaixo todas as novas funcionalidades que o IE11 traz. Todas estas novidades são detalhadas e explicadas, no contexto deste browser e no sistema operativo para o qual foi criado.
A Microsoft anunciou também a melhoria do seu site Modern.IE. Este serviço da Microsoft disponibiliza a todos os programadores um conjunto de ferramentas para os ajudar a construir sites e testá-los em diversas plataformas.
A nova versão do IE para Windows 7 vem dar continuidade ao que tinha sido já apresentado na versão para Windows 8.1. As mesmas novidades que foram criadas vão estar em breve disponíveis para todos, alargando e melhorando a utilização do Internet Explorer.
Licença: Freeware
Sistemas Operativos: Windows 7
Homepage: IE

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Minx Air, novo sistema HI-FI sem fios

A Cambridge Audio lançou os novos sistemas de som sem fios Minx Air, os primeiros do mercado a reunir as tecnologias de transmissão wireless por Wi-Fi, Bluetooth e AirPlay em simultâneo no mesmo equipamento, permitindo a reprodução de músicas a partir de qualquer dispositivo móvel ou computador.
Smartphones, Tablets, PCs, Macs, iPhones, iPods, leitores de MP3 e mesmo milhares de estações de rádio através da Internet podem ser reproduzidos directamente num único sistema doméstico portátil, sem fios, com uma qualidade sonora verdadeiramente audiófila e um design que se encaixa na perfeição nos mais variados espaços.
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Os sistemas Minx Air incluem duas entradas físicas de áudio estéreo, para que o utilizador possa ligar também o televisor, a consola de jogos, a Box de TV por Cabo ou mesmo um disco rígido multimédia, melhorando consideravelmente a qualidade do som.
Os novos Minx Air funcionam como sistemas Hi-Fi em miniatura, incluindo as mais recentes tecnologias para transmissão de som sem fios.
Se a compatibilidade total com AirPlay garante a ligação imediata a dispositivos iPhone, iPod e a Macs, já o suporte a Bluetooth assegura que qualquer smartphone e tablet – independentemente do sistema operativo que usam – estará pronto a funcionar em conjunto.
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Os dispositivos de nova geração poderão ainda aproveitar a tecnologia Bluetooth aptx, para uma qualidade sonora verdadeiramente arrebatadora.
Duas soluções disponíveis
A gama Minx Air da Cambridge Audio é composta por dois modelos: Minx Air 100 e Minx Air 200.
O sistema Minx Air 100 é indicado para usar em pequenos espaços – como quartos, cozinhas ou escritórios, por exemplo – disponibilizando num corpo muito compacto um amplificador com 100 Watts de potência.
Já o sistema Minx Air 200 eleva a fasquia da potência sonora a uns impressionantes 200 Watts reais, incluindo um subwoofer ativo para reforço dos sons graves.
A caixa é ligeiramente maior que a usada no modelo Minx 100, mantendo o formato compacto e muito elegante, neste caso numa proposta para espaços de maior dimensão – como salas de estar e zonas de lazer interiores ou exteriores, por exemplo.
Ambos os modelos podem ser controlados através da aplicação gratuita Minx Air App, disponível para dispositivos baseados em iOS ou Android. A partir desta App, o utilizador poderá aceder a todas as listas de reprodução disponíveis, bem como aos setting de som das Minx, como volume, reforço dos graves e agudos, bem como escolha da equalização mais adequada ao espaço em que o sistema está a ser usado.
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As Minx Air são ainda acompanhadas por um pequeno comando à distância, para que tudo – mas mesmo tudo – possa ser controlado à distância.
Vídeo promocional


Preços:
Minx Air 100 – 399 euros

Minx Air 200 – 499 euros
Homepage: Cambridge Audio

terça-feira, 23 de julho de 2013

Google lança Cloud Print para Windows

A Google sempre inova nos serviços que apresenta, trazendo à luz do dia, e para os utilizadores, conceitos e ideias que apenas seriam possíveis em cenários futuristas.
Um desses serviços, o Google Cloud Print, é algo de inovador e de útil para todos os que estão constantemente em movimento e precisam de imprimir documentos de forma remota, sem terem de se preocupar em ter consigo a sua impressora.
A Google tem discretamente investido neste serviço e agora anunciou várias novidades, entre elas a possibilidade de imprimirmos no Google Cloud Print directamente do Windows.

O Google Cloud Print é uma tecnologia que permite ligar as suas impressoras à internet e à nuvem. Com este serviço, pode fazer com que as suas impressoras de casa ou do escritório fiquem acessíveis para si ou para outras pessoas, através das aplicações que utiliza no seu dia-a-dia.
Funciona no telemóvel, no tablet, no Chromebook, no PC ou em qualquer outro aparelho ligado à internet a partir do qual queira imprimir.
As novidades agora apresentadas pela Google são 4 e centram-se em melhorar a utilização do Google Cloud Print em várias frentes, alargando a utilização possível que podemos dar a este serviço.
As duas primeiras centram-se na utilização “local” do serviço, garantindo que pode ser usado no Windows e nas nossas impressoras em ambientes corporativos.
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Google Cloud Printer

O Google Cloud Printer vem permitir que utilizemos no Windows, de forma nativa e como outra qualquer impressora o Google Cloud Printer.
Vão poder adicionar as impressoras que têm partilhadas na nuvem e usá-las em qualquer aplicação do Windows.
Está assim alargado o leque de aplicações que podem usar o Google Cloud Printer e também os sistemas operativos onde este pode ser usado.

Google Cloud Print Service

Mas a Google quis permitir que os gestores das redes pudessem adicionar as suas impressoras de forma integrada e assim darem acesso a estas aos seus funcionários a possibilidade de imprimirem directamente nestas, mesmo quando estão fora do escritório.
Este serviço que pode ser instalado no Windows e depois as impressoras adicionadas e partilhadas por todos os que acedem a esse domínio.

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Mas para além destas novidades, a Google anunciou ainda mais duas pequenas novidades, que também vêm melhorar o que o Google Cloud Print pode oferecer aos utilizadores, desta vez fora dos contexto empresariais ou do Windows.

Partilha de impressoras

Passamos a poder partilhar impressoras que tenhamos associadas à nossa conta Google. Da mesma forma como partilhamos um documento do Google Drive passamos a poder criar um link que podemos enviar e que permite que o convidado possa imprimir os seus documentos, usando a nossa impressora.
A interface disponível para esta partilha é a mesma a que estão habituados a usar no Google Drive.


Aplicação Cloud Print Android

Por fim, e apensar de estar já publicado à mais de um mês, a Google anunciou também o lançamento da suas aplicação Cloud Print para Android.
Com esta aplicação vão poder imprimir documentos em qualquer lado, sempre usando as impressoras que tenham associadas à vossa conta Google.

Estas novidades vêm tornar melhor um serviço que a Google lançou como um complemento à sua suite de produtividade. O Cloud Print permite que imprimam os vossos documentos em qualquer lugar, sempre associados às impressoras que adicionarem e que partilharem na nuvem.
As novidades vêm retirar o Google Cloud Print do Chrome, torná-lo mais simples de usa e com possibilidade de partilha, quer entre outros utilizadores ou de forma central, em ambientes empresariais.
Homepage: Google Cloud Print

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Linux Mint com KDE e xFCE já estão disponíveis

Segundo a equipa de desenvolvimento do Mint, o Linux Mint 15 “Olivia” é a a versão mais ambiciosa desde o inicio do projeto.. O Linux Mint é actualmente uma das distribuições mais populares no universo Linux (segundo o site distrowatch, é mesmo a mais popular),  que muito se deve a características como a usabilidade, simplicidade e look and feel.
A versão do Linux Mint 15 com Gnome está disponível desde finais de Maio e tem demonstrado ser muito estável. Hoje foi lançada a versão com KDE (a versão com xFCE saiu no dia 21 de Julho)
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Uma das características que sempre me fascinou no mundo Linux é a possibilidade que o utilizador tem em personalizar o seu sistema. Se não gosta por exemplo do ambiente gráfico então troca por outro que se adapte as suas necessidades ou que tenha melhor performance. O Linux Mint, versão 15, está agora disponível com o ambiente gráfico Gnome, KDE e xFCE.
[Linux Mint 15 + KDE]
O KDE é o principal rival do Gnome. Oferece uma interface bonita e atraente e em muitas situações muito mais funcional que o Gnome. Para quem gosta do Ubuntu mas não gosta muito do Unity ou Gnome…então o KDE é sem duvida uma óptima alternativa. O Linux Mint vem já com o KDE 4.10, dispondo de todas as novidades que já apresentamos aqui.
Principais novidades incluídas nesta versão:

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[Linux Mint 15 + xFCE]
No segmento dos ambientes gráficos os mais conhecidos são sem duvida o Gnome e KDE. No entanto, devido à sua leveza, simplicidade e funcionalidades, o XFCE tem ganho nos últimos tempos muitos adeptos e este é actualmente um dos ambientes de trabalho favoritos dos utilizadores.
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Principais novidades incluídas nesta versão:
Tanto o Linux Mint 15 com Gnome, KDE e xFCE estão disponíveis para download na página do projecto e em vários idiomas. As novidades da versão com Gnome, pode ser consultadas aqui (que na prática são também as mesmas novidades do Mint com xfce e KDE).


Licença: GPL
Download: Escolha aqui a sua versão
Homepage: Linux Mint

Ubuntu Forums da Canonical atacado !!!

Mais de 1,8 milhões de passwords, usernames e e-mails
Todos nós sabemos que não existe segurança informática perfeita!Como prova disso, temos os muitos exemplos de serviços online que têm vindo a ser atacados nos últimos tempos,…e quando tal acontece, são muitas …mas mesmo muitas..as informações que passam para “mãos alheias”.
Desta vez, o “azar” bateu à porta da Canonical que, segundo informações oficiais, o número de credenciais (usernames+ e-mails + passwords) obtidas ronda os 1,8 milhões, um número simplesmente impressionante!!!
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Quem aceder neste momento ao ubuntuforums.org pode deparar-se com a seguinte informação:

Ubuntu Forums is down for maintenance

There has been a security breach on the Ubuntu Forums. The Canonical IS team is working hard as we speak to restore normal operations. This page will be updated regularly with progress reports.

What we know

  • Unfortunately the attackers have gotten every user’s local username, password, and email address from the Ubuntu Forums database.
  • The passwords are not stored in plain text. However, if you were using the same password as your Ubuntu Forums one on another service (such as email), you are strongly encouraged to change the password on the other service ASAP.
  • Ubuntu One, Launchpad and other Ubuntu/Canonical services are NOT affected by the breach.
Progress report
  • 2013-07-20 2011UTC: Reports of defacement
  • 2013-07-20 2015UTC: Site taken down, this splash page put in place while investigation continues.
Como podemos ler, o atacantes “roubaram” TODAS as contas locais, passwords e endereços de e-mail que estavam na base de dados de suporte ao Ubuntu Forums. As passwords nao estavam em plain text mas mesmo assim a Canonical reforça a necessidade de alterarem a passwords em outros serviços (caso seja a mesma que usavam no Ubuntu Forums). Serviços como o Ubuntu One e Launchpad não estão afectados por tal vulnerabilidade.