quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Programar Windows para abrir documentos no arranque

  1. Clica no Menu Iniciar e, em seguida, em “Todos os Programas”

      2. Procura a pasta “Arranque”, clica nela com o botão do lado direito e selecciona “Abrir" 

      3. Numa outra pasta escolhe o documento que pretendes que abra aquando do arranque do PC, clica nele com o botão do lado direito do rato e, em seguida, selecciona “Criar Atalho”
 

   4. Depois é só arrastares esse ficheiro para a pasta “Arranque”

   5. Para todos os documentos que queres que abram no arranque do teu PC, podes repetir os passos 3 e 4. 

   6. Quando voltares a ligar o teu PC Windows, esses programas serão abertos automaticamente.

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quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Do bit ao Yottabyte: conheça os tamanhos dos arquivos digitais


Kilo, mega, giga, tera, peta, exa, zetta ou yotta. Parece grego? Então leia este artigo e saiba que essas palavras estão muito mais próximas do que imagina.
 






















Sabe aquele seu pendrive de 4 GB? Em alguns anos, ele estará totalmente defasado. O mesmo se aplica ao seu disco rígido de 250 GB ou ao seu SSD de 80 GB. É verdade, a cada ano os dispositivos de armazenamento oferecem maiores capacidades e os componentes mais antigos vão ficando obsoletos.
É difícil imaginar, mas os principais dispositivos de armazenamento móvel utilizados (os disquetes) até poucos anos atrás não permitiam mais do que 1,44 MB de capacidade. Acha pequeno? Pois saiba que os megabytes nem são as menores frações dos arquivos.
Ainda existem os kilobytes, os bytes e os bits.
Também é preciso dizer que as informações não são limitadas aos terabytes dos HDs mais poderosos da atualidade. Há vários outros valores que serão apresentados neste artigo.
Você está preparado para aprimorar o seu conhecimento sobre informática e adicionar alguns megabytes de dados ao seu cérebro? Então veja como cada uma dessas unidades é importante em sua vida.



Bits: A menor parte de um dado 

.Para começar, vamos falar a respeito da origem do nome dos bits. “Bit”vem de BInary digiT,ou seja, dígitos binários. Isso porque cada bit é exatamente isto: um dígito binário que pode corresponder aos valores “0” ou “1”. O conjunto deles forma os dados na forma que nós conseguimos compreender.

 .Quando ainda estão como bits, apenas programadores conseguem decifrá-los, pois respondem a sequências binárias mais complexas. Nos códigos de programação, você pode encontrar os binários como activação ou negação de certas tarefas. Por padrão, o “0” desactiva as opções, enquanto o “1” faz o contrário.

Bytes:(B) A informação tomando forma

.Um conjunto de oito bits representa um byte, que é a fração dos dados que pode ser compreendida pelos usuários. Nesse caso, em vez de duas combinações possíveis, existem 255. Um caracteres, por exemplo, pode possuir o tamanho exato de um byte (dependendo da codificação utilizada), por isso alguns arquivos no formato TXT podem ser encontrados com menos de 1 kB.
 
 Kilobytes:(KB) Os dados tangíveis

 .Um kilobyte é composto por 1.024 bytes. Essa é a primeira unidade (entre as citadas) que a grande maioria dos usuários deve conhecer. Muitos arquivos de texto e até mesmo fotografias com resoluções mais baixas possuem alguns kilobytes. Os antigos disquetes de 1,44 MB permitiam que os usuários carregassem vários arquivos com essas dimensões.

. Essa unidade é muito lembrada quando downloads são realizados. As taxas de transferência são medidas em kilobytes por segundo. E isso já funciona dessa forma há vários anos, desde a época das conexões discadas. Se em 1999 as pessoas baixavam músicas em velocidades de 3 kB/s, hoje há várias conexões que permitem downloads de 200 kB/s ou mais.

Megabytes:(MB) O mundo multimédia
 
.Se os kilobytes armazenam vários arquivos de texto, os megabytes permitem um mundo muito mais multimédia para os usuários. Em média, uma música em MP3 ocupa 5 MB no disco rígido e uma foto em alta resolução pode passar dos 2 MB facilmente, dependendo do formato de arquivo que for utilizado.

.CDs (de áudio ou dados) possuem cerca de 700 MB de capacidade. Isso garante que muitos arquivos sejam armazenados, ou cerca de 20 músicas. “Mas uma música não possui apenas 5 MB?”. Sim, uma música em MP3 ocupa isso, mas para os CDs de áudio o formato dos arquivos é diferente e ocupa muito mais megabytes.

.Pode perceber que todo tipo de mídia pode representar alguns kBs ou muito MBs, tudo depende da qualidade com que são codificados. Isso inclui fotografias e músicas, como já dissemos, e também filmes. Um filme em qualidade baixa pode ocupar menos de 500 MBs, enquanto o mesmo em qualidade 1080p pode chegar aos 25 gigabytes.

 

 

Gigabytes: (GB)A alta definição

.Em tempos remotos (mas não tão remotos assim, quando o Windows 95 era o sistema operacional mais utilizado em todo o mundo), discos rígidos não chegavam a possuir a capacidade de 1 GB. Mas os sistemas foram evoluindo, outros software também e a demanda exigiu melhorias nos componentes de hardware.
.Hoje, dificilmente encontram-se computadores sendo vendidos com discos rígidos inferiores aos 500 GB de capacidade. Até mesmo HDs externos podem ser encontrados com capacidades maiores do que essas e sem serem vendidos por preços absurdos, como acontecia até pouco tempo atrás.
 Podemos afirmar que, nos próximos anos, os gigabytes devem limitar-se às mídias de alta definição e aos pendrives, visto que HDs devem ultrapassar a casa dos terabytes em larga escala. Quanto às mídias: DVDs possuem 4,7 GB; Blu-rays, 25 GB e arquivos digitais podem ir muito além disso.

Terabytes:(TB) A nova necessidade

.Quem poderia imaginar, em 2005, que seria possível dispor de um disco rígido com capacidade para armazenar um terabyte de informações? Pois hoje a realidade é outra e os HDs permitem exatamente isso. Você já parou para pensar em quantas músicas poderiam ser armazenadas em um disco desses?
Discos de 1 TB
 
.Uma música em MP3, com cerca de 3 minutos, ocupa 5 MB. Em 1 TB, poderiam ser armazenadas 200 mil músicas. Caso fossem reproduzidas sequencialmente e sem interrupções, elas levariam 1 milhão de minutos para serem tocadas sem repetições de arquivos. Isso representaria 17 mil horas ou 728 dias.  Exatamente, seriam quase dois anos sem parar de ouvir músicas.
Se o mesmo cálculo fosse feito para filmes em Blu-ray, com cerca de 90 minutos e 25 GB, chegaríamos à conclusão de que 1 TB pode armazenar 40 filmes em alta definição. O que exigiria dois dias e meio de “maratona” para que todos pudessem ser vistos sem pausas. Para DVDs o período seria de 13 dias.

Petabyte:*(PB)* Muito além do uso doméstico

.Um milhão de gigabytes. É exatamente isso que representa um petabyte, muito mais do que qualquer pessoa precisa para armazenar seus dados. Na verdade, é muito mais do que muitas empresas gigantes precisam. Petabytes só são tangíveis se somarmos uma grande quantidade de servidores.

.Segundo um  especialista em tecnologia da informação se fôssemos digitalizar livros, apenas 2 petabytes seriam suficientes para armazenar toda a produção académica dos Estados Unidos. Já o Google processa cerca de 24 petabytes de informações todos os dias, o que demanda muitos servidores dedicados à actividade.

Exabyte: *(EB)*O tráfego da internet mundial

.Não seria possível ouvir 1 bilhão de canções em apenas uma vida (capacidade de armazenamento de um HD hipotético de 1 EB). Os exabytes ainda estão muito distantes dos computadores comuns, mas já são uma realidade na internet mundial.

 

.Uma instituição sem fins lucrativos realizou alguns estudos e concluiu que, todos os meses, são transferidos cerca de 30 exabytes de informações na internet mundial. Isso representa 1 EB por dia, ou 1 bilhão de gigabytes de dados circulando a cada 24 horas.

Zettabyte: *(ZB)* Todas as palavras do mundo

.Você consegue imaginar o que são 1 bilhão de HDs de 1 terabyte? Agora imagine todos eles lotados de dados. Pois isso é o mesmo que ocupar 1 zettabyte com informações. Essa unidade é muito maior do que conseguimos imaginar ao pensarmos em computadores comuns.

.O estudo mais curioso que já foi realizado com base nos zettabytes é de Mark Liberman (linguista da Universidade da Pensilvânia, Estados Unidos). Ele constatou que, se fossem gravadas todas as palavras do mundo (de todos os idiomas, digitalizadas em 16 bits e 16 kHz), seriam necessários 42 zettabytes para armazenar toda a gravação.

Yottabyte: *(YB)* Mais do que existe

.Some todas as centrais de dados, discos rígidos, pendrives e servidores de todo o mundo. Pois saiba que essa soma não representa um yottabyte. Um trilhão de terabytes ou um quadrilhão de gigabytes: não é possível (pelo menos por enquanto) atingir essa quantia.

.Dividindo um yottabyte pela população mundial, teríamos 142 terabytes para cada pessoa. Levanto em conta que apenas 25% das pessoas possuem acesso a computadores, essa quantia seria aumentada para 568 terabytes (pouco mais do que a metade de um petabyte). Seriam 23 mil filmes em Blu-ray para cada um.

.Você já conhecia essas unidades relacionadas aos dados dos computadores? Se já poste aqui por comentário como conheceu  essas unidades.







sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Bom Natal

Aqui vos Desejo um Bom Natal e que comam muitos Chocolates .
hehehehehehehe






7 Coisas que você não sabia sobre vírus


As maiores pragas virtuais do mundo
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Você se considera um verdadeiro mestre em segurança digital? Mesmo que a resposta seja “sim”, há muito sobre vírus e outros malwares  que pouca gente conhece.

1)Infecções não acontecem só com os outros

Não é difícil encontrar quem ache que as pragas virtuais só atingem os computadores dos amigos. Infelizmente isso é não é verdade, pois, como sabemos, todas as máquinas estão igualmente sujeitas a invasões ou contaminações. Por isso, é necessário que exista uma conscientização por parte dos usuários em relação às formas de utilização. Pode-se dizer até que alguns dogmas devem ser deixados de lado.

2) Mac e Linux também possuem vírus

Se você não utiliza o sistema operacional Windows, pode ficar um pouco mais tranquilo, mas isso não significa que descuidar completamente dos perigos existentes na internet é uma boa ideia. Dizer que o Mac OS X é invulnerável deixou de ser verdade há alguns anos. O mesmo se aplica às diversas distribuições do Linux, que podem ser muito estáveis, mas não são indestrutíveis.
Estima-se que aproximadamente 99% de todos os códigos maliciosos encontrados na internet foram criados para atingir o sistema operacional da Microsoft. O principal motivo para isso é a parcela de mercado ocupada pelo software (mais de 90% em todo o mundo), o que incentiva os crackers a encontrarem formas de burlá-lo.
Macs também são vulneráveis
É preciso lembrar que usuários maliciosos são movidos por seus egos. Quanto mais visível estiver o trabalho deles, mais satisfeitos ficam. Por isso há menos “glamour” em criar vírus ou outros malwares para os sistemas Mac e Linux. Com a crescente popularização destes, os perigos aumentam na mesma proporção.

Vulnerabilidades variam em cada SO

Como todos os sistemas operacionais são criados com suas próprias linhas de comando e outras peculiaridades, suas falhas também são únicas e não são repetidas em outros programas. Sabendo disso, ficam claros os motivos para que os vírus criados para Windows não sejam ameaças para outros sistemas operacionais.

3) Malwares vivem em ecossistemas

Pode parecer que os vírus são apenas arquivos sendo executados isoladamente, mas a verdade é outra. Vírus, trojans, worms e outros malwares trabalham de maneira complementar nos computadores. Por exemplo: um trojan armazenado em uma máquina pode ser ativado para que uma porta seja aberta. Assim, outras pragas podem entrar ou um cracker pode assumir o controle.
Outro tipo de invasão que ocorre com frequência pode ser exemplificada da seguinte maneira: arquivos maliciosos desativam apenas setores de firewalls, assim os computadores não emitem alertas de desativação da proteção residente e os crackers podem infectar os discos rígidos com mais vírus.

Eles vêm de muitos lugares

Já não é mais possível pensar que os vírus só são encontrados em páginas de conteúdo adulto ou ilegal, pois eles estão em todos os lugares. Hoje, um dos maiores disseminadores de pragas virtuais são os pendrives. Em faculdades, escolas ou empresas, pendrives são "espetados" em máquinas infectadas e assim começa uma "epidemia".
Infecções por pendrives
Não podemos nos esquecer dos emails contaminados, frutos de contas invadidas ou listas de contatos perdidas. Com eles são repassados milhões de arquivos ou links infectados, todos os dias. Ressaltamos: é extremamente importante tomar cuidado com todos os tipos de mensagens abertas e mídias inseridas nos computadores.

4) Computadores podem ser zumbis

Pois é, você não leu errado. Há um tipo de praga virtual conhecido como botnet, que transforma os computadores infectados em computadores zumbis. Essas máquinas podem ser controladas remotamente por crackers que desejam retransmitir informações para servidores remotos ou para despistar possíveis rastreios em casos de invasão de computadores ou sistemas.

5) Phishing é a nova ameaça

Depois do famoso vírus “I Love You”, surgiu uma enorme gama de novos malwares que também traziam nomes atraentes, o que estimulava os usuários a clicarem em emails contaminados. Hoje os arquivos maliciosos vivem um período semelhante, mas a onda do momento é a prática do Phishing.
Fonte da imagem: Symantec
É necessário tomar muito cuidado, pois esses arquivos maliciosos são distribuídos disfarçados, geralmente com um design muito parecido com o original. É muito comum que usuários mal-informados acabem clicando sobre os links que redirecionam para endereços infecciosos. Lembre-se sempre de que bancos jamais enviam emails com links para alteração de cadastro ou informações parecidas.

6) Não é recomendado possuir mais de um antivírus

Pode parecer que utilizar dois softwares de proteção contra vírus é uma ótima ideia, mas a verdade é justamente o oposto. Em vez de duplicar a proteção, há dois problemas muito grandes que são originados com essa prática. O primeiro deles é a possibilidade do surgimento de conflitos entre os aplicativos, resultando em brechas no sistema.
O outro é menos prejudicial para os sistemas operacionais, mas também pode incomodar bastante. Devido ao grande volume de informações sendo computadas, há uma sobrecarga da memória RAM e também do processador, o que pode originar lentidão nas máquinas e até mesmo alguns travamentos, dependendo do caso.

Há como verificar arquivos online

Você já teve a sensação de estar com o computador infectado? Depois de varrer todo o computador, o seu antivírus disse que não há problemas e mesmo assim você ainda teme pela segurança da máquina? Então está na hora de conhecer algumas ferramentas online que garantem uma segunda opinião para seu sistema.
Análises online
Com softwares de varredura online, é possível realizar uma verificação completa em seu computador, incluindo discos removíveis. Mas se a sua vontade é saber sobre algum determinado arquivo, a melhor escolha é o VirusTotal. Essa ferramenta (utilizada pelos analistas do Baixaki) verifica arquivos de até 100 MB com todos os principais antivírus da atualidade.

Atualizações são úteis

Você sabe para que servem as atualizações? É muito simples: quando um programa é desenvolvido, ele é criado com as aplicações de segurança necessárias para que os usuários sejam protegidos. O problema é que surgem novos arquivos maliciosos e então é necessário que as desenvolvedoras criem melhorias em seus sistemas: são as atualizações.
Isso não vale apenas para os antivírus, mas também para outros programas, principalmente aqueles que possuem conexão com a internet. Atualizando os aplicativos, você está evitando que várias brechas de segurança fiquem expostas em seu computador.

7) O melhor antivírus é você

Isso não deve ser novidade, afinal de contas, todas as dicas que demos neste artigo são relacionadas a cuidados na utilização. Mesmo assim, vamos ressaltar alguns pontos muito importantes. De nada adianta possuir antivírus poderosos se o usuário não os atualiza sempre que preciso. Também não adianta um firewall se não há cuidados com cliques.
Todo cuidado é pouco
Não é exagero dizer que nós somos os únicos antivírus realmente confiáveis que existem. Lembre-se sempre de seguir os passos de segurança para que você possa navegar tranquilamente pela internet. Mantenha sempre seus aplicativos atualizados e tome cuidado com o que visita. Sendo consciente, é muito difícil ser infectado

Retirado de: http://www.tecmundo.com.br/9465-7-coisas-que-voce-nao-sabia-sobre-virus.htm#ixzz1hP1bE110

Descubra quanto tempo o Windows demora a fazer login

Como configurar o Google Chrome para ter o máximo de privacidade

O Google Chrome agora é o navegador mais utilizado pelos brasileiros e, com a chegada dos novos adeptos, aumenta o número de dúvidas em relação às características dele. As questões de privacidade sempre acabam se sobressaindo e é importante que você saiba exactamente quais dados está compartilhando com os servidores da Google quando automatiza algumas funções.
No passo a passo abaixo, mostramos algumas dicas de como você pode configurar o seu browser para que ele possa garantir o máximo de privacidade possível para quem o utiliza.

Desabilitando a busca instantânea


No Google Chrome, localize o menu de ferramentas e clique sobre ele. Na lista, selecione “Opções”, e na guia “Básicas” mantenha desabilitada a opção “Ativar Instant para pesquisar com mais rapidez”.
Quando habilitada, essa opção faz com que, ao digitar um termo na barra de endereços do navegador, os resultados de busca do Google apareçam à medida que você escreve.

Desabilitando a sincronização


O Google Chrome pode sincronizar as suas extensões, senhas, favoritos e dados de outros browsers ou computadores, mas isso significa armazenar informações temporárias nos servidores da Google. Se você não quer que isso aconteça, seleccione a guia “Coisas pessoais”.

Dentro dela, clique em “Desconectar sua conta do Google”; em “Avançado”, marque a opção “Criptografar dados sincronizados”. Além disso, você pode criptografar a sua própria senha, de uma forma que nem mesmo a Google conseguirá ler. Para isso, marque também a opção “Escolher minha própria senha”.

Configurações avançadas


Na guia “Configurações avançadas”, você vai acessar diretamente o campo “Privacidade”. Aqui, há cinco opções diferentes que podem modelar a maneira como as suas informações são disponibilizadas para os servidores da Google.
Quando o Chrome não consegue se conectar em um site, ele retorna uma mensagem de erro, mas envia a URL não acessada para os servidores. Você pode evitar que isso aconteça desmarcando o campo “Utilizar um serviço da web para ajudar a solucionar erros de navegação”.
Caso você não queira que o Chrome adivinhe qual é a URL que você está tentando digitar, uma informação que também é checada a partir dos servidores da Google, desabilite a segunda opção, intitulada “Utilizar um serviço de previsão para ajudar a preencher pesquisas e URLs digitados na barra de endereço”.
O terceiro item diz respeito a uma pesquisa que o Google Chrome faz com relação à segurança do site. Quando ele encontra características que julga não serem padrão, muitas vezes retorna uma mensagem de segurança antes que você possa acessar o site. Essa mensagem, que também significa envio de dados ao servidor, pode sumir se você desabilitar o campo “Prever ações da rede para aprimorar o desempenho do carregamento da página”.
O mesmo vale para a opção seguinte, intitulada “Ativar proteção contra phishing e malware”. Com ela desabilitada, você também não receberá mais mensagens de alerta caso entre em sites que apresentem algum tipo de risco para o seu computador.
Por fim, a última opção diz respeito diretamente à sua privacidade, uma vez que, quando habilitada, envia automaticamente estatísticas de uso e relatórios de erro ao Google. Por padrão, ela é desabilitada. Mantenha-a assim para garantir maior privacidade.

Cookies


Ainda dentro do campo “Privacidade”, clique na opção “Configurações de conteúdo”. Dentro deste item, marque os campos “Bloquear as definições de cookies de terceiros” e “Permitir que dados locais sejam definidos somente para a sessão atual”. Assim, ao encerrar uma sessão, seus dados de histórico serão apagados.

Por fim, no campo “Local”, selecione a opção “Não permitir que nenhum site rastreie o meu local físico”. Essa é a garantia de que as informações do seu IP não serão cruzadas com a sua localização geográfica.
 

Google entra em clima de Natal

Doodle da empresa alusivo às festividades de fim de ano já está no ar.



Já está no ar, na página inicial do buscador Google, o doodle alusivo às festividades de fim de ano. A imagem tranforma a logo do site em diversas decorações natalinas. Ao clicar sobre pontos coloridos logo abaixo do nome do site, é possível adicionar decorações e mudar de cor o plano de fundo.
Além da novidade gráfica, ao clicar no canto direito sobre uma nota musical é possível ouvir o conhecido tema natalino "Jingle Bells".

Retirado de: http://www.tecmundo.com.br/google/16963-google-entra-em-clima-de-natal.htm#ixzz1hOpVunEf